Grazielly Candida Sabadin Adão
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

 

ENCANTANDO CRIANÇAS COM O FILOSOFAR

 

Palavras-chave: narrativa, mediação, pensamento crítico.

 

 Introdução

 

O presente trabalho tem como meta geral desenvolver um estudo teórico no entrelaçamento entre filosofia e criança a partir do encontro das ideias de Lipman (2002 [1997], 1995, 1990) e Bruner (2001, 1978).

 

Buscamos organizar informações que pudessem ampliar a compreensão no que diz respeito aos aspectos que envolvem o processo de aprendizagem infantil, a importância de transformar a sala de aula em um constante e significativo aprendizado, em que há destaque para o beneficiamento do desenvolvimento das aquisições nas crianças por mediação do professor. O que nos dispomos a fazer é um convite ao público leitor, oportunizando ao mesmo refletir a respeito do vasto e ampliador campo que o conhecimento filosófico pode proporcionar aos infantes. Dissertaremos sobre a prática reflexiva como contribuinte ao ato de filosofar, ou, ao ato de se adquirir conhecimento, tornando esse crítico e libertário do ser humano.

 

A partir de uma pesquisa teórica, deu-se início ao estudo de como se tornaria possível desenvolver na criança o encantamento através da arte do filosofar estimulando-lhe habilidades de raciocínio, formação de conceitos, investigação e significação, ou seja, habilidades cognitivas. O objetivo que nos levou a colocar em execução esta pesquisa de cunho bibliográfico foi o de fazer um recorte que contribuísse com os profissionais que trabalham na Educação Fundamental e, de que forma esses podem conhecer a Filosofia para Criança como uma metodologia essencial na questão de transformar o aprendizado em algo extremamente prazeroso – no ato de filosofar.

 

Despontam as questões: De que maneira o filosofar, quando pautado no lúdico, nas vivências, nos fatos, na conversa e no questionamento, tornar-se capaz de mediar uma educação prazerosa e/ou diferenciada? A escola, na figura do professor intermediando todo processo educacional qualitativo, poderia transformar a prática do filosofar num exercício estimulador do pensamento infantil, contribuindo também para um pensamento de autonomia da criança?

 

O termo “Ensino de Filosofia para Crianças” aponta dois sentidos: a) tentativa de tornar a história da filosofia acessível para que as crianças filosofem, e b) a filosofia como peça fundamental, contribuinte na formação de indivíduos capazes de seguir uma linha de raciocínio e, capazes de opinarem a respeito de diversificados assuntos ligados à política, à ética, à liberdade, tornando essas crianças sujeitos totalmente despidos de qualquer conceito preestabelecido, ou seja, com total liberdade de expressão. Neste trabalho, prevalecerá este segundo sentido.

 

Para o alcance do objetivo deste estudo, duas áreas do conhecimento serão envolvidas prioritariamente: a filosofia e a psicologia. O campo da filosofia está presente nas ideias de Lipman (2002 [1997], 1995, 1990), com o encantar através do filosofar, do questionar, da reflexão, da construção de um ser pensante. O campo da psicologia está presente nas ideias de Jerome S. Bruner (2001, 1978) tendo como foco a criança, seu aprendizado e, o uso de suas narrativas entrelaçadas à realidade daquele que se encontra envolvido no processo educacional: docentes, discentes e familiares. Todos na obtenção de significar aquilo que se diz, que se investiga, ou seja, o exame da inteligência, da aprendizagem, da memória, do pensamento e daquilo que motiva.

 

O pressuposto básico deste estudo infere que na infância se torna mais “livre” o ato de filosofar, pois, boa parte das crianças não se envergonham ao expor o que pensam. Pertence ao universo da criança, a curiosidade e a facilidade para abstrair certos ensinamentos. O que buscamos é fazer um convite para que as crianças filosofem no espaço escolar, ou seja, reflitam por meio do diálogo a respeito das coisas do mundo.

 

Filosofar na Infância?

 

Defender a concepção do ensino da filosofia no ambiente infantil é de certa maneira muito arriscado. Alguns adultos atribuem à filosofia certa complexidade. Entretanto, o que se pretende não é fazer com que as crianças leiam e interpretem Sócrates, Platão, Aristóteles, Descartes, Kant, Nietzsche etc.. O que se enseja é unir filosofia e criança permitindo ao infante o exercício de seu pensamento e não, a imposição do pensamento adulto.

 

A filosofia por vezes coopera com os aspectos científicos, mas diferentemente das ciências, perguntas filosóficas não podem se bastar em teorias, filosofia é transcendente. Questões filosóficas são questionadoras, indagam a respeito do que venha ser algo, perguntam sobre as razões de tudo e, investigam a respeito da própria existência humana; preocupam-se em analisar racionalmente o significado do ser, compreendendo-o em sua totalidade individual e coletiva. Filosofar cumpre lugar de nos fazer olhar para o mundo de forma crítica, a partir de olharmos primeiro para dentro de nós mesmos, a compreendermos nossos olhares ao outro, não nos permitindo a existência apenas de maneira automática – nos sensibiliza de tal forma que contribui para que possamos pensar melhor.

 

O homem não é um ser pronto, sendo necessário que algumas instituições da vida – a escola, por exemplo, o oriente, o explique a respeito das coisas, para que esse possa ser um indivíduo organizado em sua trajetória de vida.

 

É de extrema importância que desde muito pequenas as crianças possam receber explicações a respeito dos conceitos que veem adquirindo, pois, se já os soubessem, apenas cumpririam o papel de repetidores, seriam indivíduos com total incapacidade de inovar-se, seriam seres tautológicos. Educação que vise dar liberdade, cuida para que seus indivíduos sejam livres, mais humanos, mais capazes – independentes. A escola que emancipa seus infantes.

 

Quando estamos buscando uma educação de qualidade, é necessário o questionamento a respeito das situações que levam os alunos a se tornarem desestimulados no processo de aprendizagem, ou seja, no que diz respeito a não conseguirem por vezes, assimilarem o conteúdo de forma significativa e eficiente. Algumas crianças se constrangem a tal ponto de não serem capazes de interagir com o ambiente escolar, acontece que em seus ambientes familiares ou até mesmo em seus ambientes escolares, são proibidas de manifestarem sua maneira de ver o mundo, são caladas por uma educação impositora. Quando essa mesma criança encontra espaço para dialogar vê nisso a possibilidade que necessitava para a liberdade de expressão, da voz ativa.

 

A criança é puro ato, que quando encantada pelo diálogo, desperta, manifesta-se como potência. Nos utilizamos do conceito aristotélico de potência e ato para salientar que o ser humano, desde a mais tenra idade, é um ser dotado em possibilidades quando, sendo ele, motivado através de questionamentos filosóficos por um adulto. Adulto esse, que não o julgue ser infantil, que não faça apontamentos segundo os seus conceitos, ou, aquilo que acredita ser o correto, mas que seja o mediador “através de conversas e indagações” – assim como fazia Sócrates, que foi capaz de encantar seus alunos/ aprendizes, de envolvê-los e, de deixar-se envolver de fato no filosofar por meio do diálogo.

 

O filosofar, por meio de diálogos libertadores e provocativos e, da brincadeira, é capaz de causar encanto. A provocação primeiramente causará nos envolvidos certo descontentamento, certa estranheza, depois, causará o gosto. Gosto através do incentivo, do prazer de brincar, de dar liberdade àquele que se expõe, que fala, que interpreta - liberdade de ser criança, respeitada como tal, como pessoa ativamente participante da sociedade, mesmo que por vezes nós “adultos juízes”, acreditemos que não.

 

Significar o que é ser criança é uma grande preocupação de diversas áreas do saber, a citar: psicologia, filosofia, pedagogia entre outras. Crianças desde muito cedo merecem especial atenção dos adultos, mas e suas imposições? Deveríamos criá-las no intuito de darmos a elas um futuro promissor - ofertando-lhes uma carga exaustiva de cursos, da prática de esportes etc.? Como estamos ocupando o tempo livre de nossos infantes? Não estamos nos esquecendo de permitir que nossas crianças sejam crianças com toda a problemática da infância? As regras de convivência as quais as crianças são subordinadas tentam ser justificadas pelos adultos, por vezes julgarem estar tornando as crianças seres sociáveis: seja na família, na escola, na religião etc.. Porém, não obstante, há uma marca da infância onde os adultos não conseguem interferir, apenas opinam e mesmo assim, quando lhes é permitido pela criança: o ato de brincar.

 

Na brincadeira a criança interage com as regras – mesmo que de forma fantasiosa as cumpre, quando não as aceita, cria as suas próprias. Isso faz com que ela perceba o mundo a partir daqueles que a cerca, lidando com a negociação, com o diálogo, interagindo, conhecendo e procurando entender o mundo em que vive. Crianças desde os primeiros anos de vida percebem o mundo e atribuem sentido a este, por meio do brincar que não se dá apenas através de objetos concretos, mas por meio de algo abstrato como as músicas, uma fala, uma expressão popular ou científica. Brincando ela experimenta pelo faz de contas – o imaginário, ela inventa um mundo novo e, se reinventa nesse mundo para que depois venha a entender o mundo real. Deve-se começar a educar a criança pela lei que está dentro dela. (KANT, 1999 [1784]).

 

Brincando, as crianças criam novas possibilidades, mesmo quando submetidas à visão superior do adulto. Elas demonstram por meio do brincar que respostas prontas não às satisfazem. Crianças necessitam se alimentar do saber mais e inventar mais. O lúdico presente no brincar permite ao infante compreender como se comportam os animais, como é ser um bombeiro, um professor, tudo aquilo que não faz parte ainda de sua vivência. Brincar é próprio da infância, permitindo aos infantes compreender o mundo por meio da cognição, ganhando cada vez mais autonomia, possibilitando a criança a desenvolver sua capacidade de ir à busca do conhecimento, de saciar suas dúvidas.

 

Os brinquedos são muitos utilizados pelas crianças no primeiro ciclo do Ensino Fundamental, por vezes, estes brinquedos tornam-se materiais pedagógicos: os contos infantis; os mitos – o faz de conta, a música, os jogos investigativos etc., possibilitam que as crianças desenvolvam o raciocínio e a capacidade de aprenderem a partir deles, sendo o adulto apenas o mediador – supervisor de todo processo.

 

Brincar na prática filosófica será a maneira de criar a oportunidade de que as crianças necessitam para aprenderem a investigar, de produzir o raciocínio reflexivo, de construir seus próprios conceitos e, de desfazê-los quando necessário. O infante desenvolve a criticidade sobre aquilo que lhe é proposto, um exemplo a ser considerado é o jogo de perguntas investigativas – perguntas e respostas a respeito do que se quer saber: obedecer é deixar de ser livre? Ou mesmo: os homens são todos iguais? O que é a morte? Lorieri (2010) nos demonstra algumas questões que poderão fazer parte de uma investigação filosófica: O que entender por “mundo”? Como entender os diversos “entendimentos” de mundo? O que, na verdade, constitui a realidade? O que é real? O que é aparência? O que existe? Por que existe o que existe? Nessa brincadeira, tanto os adultos quanto os infantes refletem a respeito de seus conceitos, descobrem o que o outro pensa e podem chegar à conclusão que respeitar a opinião do outro se faz múltiplo do conhecimento.

 

A prática do filosofar acontecerá com as crianças e, para as crianças, a partir do momento que os adultos possam se despir de sua “dita maioridade” e adentrarem na busca de respostas que também os causa certo desconforto – estranhamento. O professor, através do processo educacional, será o adulto mediador, capacitado a desenvolver o senso crítico nos alunos, refletindo sempre a respeito de seu papel enquanto aquele que liberta a criança das amarras de uma educação segregadora.

 

De forma consciente, o educador analisa se pretende fazer com que seus discentes/crianças, estabeleçam suas opiniões estimuladas por diálogos educativos, prazerosos ou, se deseja utilizar processos educacionais tradicionalistas, conteudistas e esmagadores - métodos mutiladores/ tolhidos, nos quais o “ser criança”, nessa perspectiva, não é respeitado em sua essência, envolvido. Aquele ser que não se reconhece como integrante da realidade social, que em nenhum instante se vê participante da mesma por vezes ser rotulado como “criança tola – infantilizada”.

 

“Educadores juízes” fazem com que seus alunos tenham a sensação de exclusão, de estarem assistindo de fora a um contexto do qual eles também deveriam pertencer, de estarem sendo adestrados, treinados. Após toda exposição, podemos inferir que crianças adestradas são incapazes de encantar-se pelo processo educativo opressor, esses, tornam-se deficientes por não oferecerem as crianças subsídios para que pensem mais criativamente. Por vezes, a educação brasileira se revela inadequada no que diz respeito ao fazer pensar de seus discentes, incapaz de encantar e de dar liberdade àqueles que estão envolvidos no processo de aprendizagem.

 

Seguindo este raciocínio, surge a necessidade de um olhar mais criterioso sobre as teorias de Lipman e Bruner a respeito do que seria educar para emancipar, e avaliar em quais pontos tais teorias se aproximam e como essas, podem cooperar para o fortalecimento da Filosofia para Crianças.

 

 

Programa Filosofia para Crianças

 

As obras de Lipman têm como objetivo principal, levar a criança pelos caminhos da reflexão, pelo exercício do pensamento, o que vem a acontecer por meio das indagações dos infantes, ou seja, por meio dos questionamentos a cerca daquilo que lhe pode causar certo espanto para depois poder lhe emancipar o pensamento.

 

Crianças que se encantam pelo filosofar estarão muito mais próximas do ideal de pensar por si próprias, de ousarem saber. A preparação por vias de acesso do questionamento – das perguntas, levará o aluno a investigar aquilo que se pretende saber. A prática investigativa – do raciocínio lógico e crítico, conduz o aluno a uma reflexão filosófica, a uma preparação para indagações ainda mais profundas e, contextuais, preparando-os futuramente para uma vida investigativa de sucesso.

 

O Programa Filosofia para Crianças busca promover novos sentidos aos conceitos: filosofia, educação e criança (LIPMAN, 1990.) Filosofar entre as crianças seria o buscar a reflexão a respeito de valores, conceitos, raciocínios e em como se fazer julgamentos tanto avaliativos quanto classificatórios. Uma criança ao filosofar estará realizando uma investigação, uma reflexão dialógica, desenvolverá o respeito às opiniões contrárias as suas e perceberá que o que julga “diferente” faz parte de uma interpretação baseada em crenças.

 

Narrativa e desenvolvimento humano

 

A interação criança – cultura se dá por meio da linguagem, pois, ao desenvolver a linguagem, a criança desenvolveria também sua forma de pensar. Crianças falam a todo o momento e, suas narrativas funcionam como instrumento organizador de suas experiências; narrativas permitem a seus locutores significar seu pensamento, pois as crianças organizam seus pensamentos por meio de uma lógica.

 

Bruner (1978) acredita ser a ação lúdica da criança o seu primeiro nível de elaboração de conhecimento – nível de pensamento intuitivo. Segundo o autor, o prazer e a alegria deve primeiramente fazer parte do processo de construção e de sistematização do conhecimento, para tanto, contribuindo com o ganho de conceitos significativos por parte dos infantes. Bruner caracteriza esse processo como o de pensamento intuitivo e analítico ou, mais recentemente, de raciocínio narrativo e lógico-científico. Assim como Lipman, Bruner enfatiza que podemos solucionar problemas por meio da lógica – científica, que seria uma das várias maneiras de se libertar o pensamento.

 

Jerome Bruner: processo de aprendizagem e o desenvolvimento cognitivo

 

Bruner (1979, p. 49) se posiciona: “Se você quer saber como as crianças realizam a aprendizagem em situação escolar, então estude as crianças em sala de aula e não ratos e pombos em gaiolas”. Observamos aqui a preocupação do autor com a infância e, com o processo de ensino – aprendizagem, para tanto, o autor nos leva a refletir que o ideal seria avaliarmos como se dá – ocorre à aprendizagem no cotidiano, no próprio ambiente em que acontece e não, que possamos chegar a conclusões apenas teóricas fundamentadas em conceitos que excluem a experiência.

 

Bruner também enfatiza: Ao agir sobre o mundo o aprendiz descobre como controlá-lo (FERREIRA, 2003), ou seja, o desenvolvimento intelectual da criança se dá por influencias do ambiente em que essa vive, sobretudo, do ambiente escolar. Bruner ressalta a importância do lúdico nas brincadeiras escolares e, de forma geral. O lúdico promove o desenvolvimento intelectual da criança, pois, o brincar faz com que as crianças aprendam a lidar com as convenções sociais, e com alguns preconceitos.

 

Na brincadeira as crianças são agentes de sua aprendizagem, se socializam com outras formas de pensar, interagem. Na aprendizagem de ideias científicas, as crianças, não necessariamente deverão seguir seu desenvolvimento cognitivo, essas, precisam ser desafiadas para avançarem com seu desenvolvimento intelectual.

 

 

O pensamento narrativo e a educação

 

A narrativa segundo Bruner (1997, 1986), estaria interpretando a vida em ação e, de acordo com sua intencionalidade, ela tem relação com o significado dado às coisas pelo seu autor e envolve a negociação de significados entre os seres humanos.

 

Para Bruner (1997) o pensamento não se expressa apenas pela lógica, pois o pensamento narrativo é aquele capaz de contribuir na construção da identidade do ser humano. Acontecera então a sensação de haver descoberto algo de fundamental importância: a maneira como a criança é capaz de formular seus conceitos a respeito de determinado assunto emerge como resultado de variadas intervenções investigativas filosóficas e, pedagógicas, então, ensino e desenvolvimento mental não podem ser separados um do outro. Uma intervenção educacional começa por uma experiência – um evento cognitivo/afetivo unificado que, ao mesmo tempo, é provocativo e encantador. A filosofia encantando por meio do diálogo seria a base fortalecedora do raciocínio das crianças, o desenvolver de sua capacidade de formação de conceitos.

 

Referências

 

BRUNER, Jerome. A cultura da educação. Porto Alegre: Artmed. 2001.

 

______. Atos de significação. Porto Alegre: Artes Médicas. 1997.

 

______. As funções do ensino. In MORSE, W. e WINGO, G. M.. Leituras em Psicologia Educacional. São Paulo: Nacional, 1979.

 

______. O Processo da Educação. Tradução de Lólio Lourenço de Oliveira. - 7. ed. - São Paulo, Ed. Nacional, 1978.

 

KANT, Immanuel. Sobre a Pedagogia (1784). Tradução de Francisco Cock Fontanella, São Paulo: Unimep, 1999.

 

LIPMAN, Matthew. Natasha: diálogos Vygotskianos; trad. Lólio Lourenço de Oliveira. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002 [1997].

 

______. O Pensar na Educação. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1995.

 

______. A filosofia vai à escola; tradução de Maria Elice de Brzezinski Prestes e Lucia Maria Silva Kremer. (Novas buscas em educação; v.39), São Paulo: Summus, 1990.

 

LORIERI, Marco Antônio. Filosofia e Educação: um entendimento possível desta relação. Revista Filosofia Ciência e Vida, São Paulo: Editora Escala, ano IV, ed. 54, p. 45 – 51, dez. 2010.

 

 

 

 

 

 

 


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