AGENDA ANPOF
  • RELATÓRIO DE ATIVIDADES DA DIRETORIA DA ANPOF - 2019/1

    A diretoria da ANPOF tem tomado várias iniciativas visando defender o direito à pesquisa e ao ensino de filosofia em todos os níveis de ensino, em conformidade com os objetivos definidos em seu estatuto. Temos acompanhado de perto o processo inédito de construção coletiva do documento de área junto à coordenação da área de filosofia junto à CAPES e também nos manifestado em defesa do financiamento da pesquisa na área e da manutenção da presença da disciplina filosofia no nível médio de ensino.

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  • FÓRUM DE DEBATES: ANPOF/ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FILOSOFIA

    A ANPOF (Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia) é reconhecida pela comunidade filosófica brasileira como sua associação nacional. A entidade surgiu no início dos anos 1980 como uma associação de programas de pós-graduação, a qual não obstante possui dentre suas finalidades básicas – definidas em seu Estatuto Social (2013).

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  • LEVANTAMENTO FEITO PELA ANPOF INDICA BAIXA PRESENÇA DE ENSINO DE MARX NAS PÓS-GRADUAÇÕES EM FILOSOFIA NO BRASIL

    A Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia no Brasil reúne 47 programas em todas as regiões do país. Estes programas oferecem mestrado e/ou doutorado. De acordo com levantamento feito pela instituição, neste semestre apenas 2,3% das disciplinas oferecidas pelos programas são sobre Marx.

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  • NOTA DE REPÚDIO A DECLARAÇÕES DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO E DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA SOBRE AS FACULDADES DE HUMANIDADES, NOMEADAMENTE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA

    A Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia (ANPOF) e associações abaixo mencionadas repudiam veementemente as falas recentes do atual presidente da república e de seu ministro da educação sobre o ensino e a pesquisa na área de humanidades, especificamente em filosofia e sociologia.

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  • Coordenações da graduação e pós-graduação em Filosofia da Universidade Estadual do Vale do Aracaú se manifestam contra a fala do Ministro da Educação

    Na última segunda-feira (8/4) o jornalista Josias de Souza divulgou em seu blog no portal UOL uma fala do Ministro da Educação recém-empossado, Abraham Weintraub, em que diz que as universidades nordestinas não deveriam ensinar filosofia, mas priorizar o ensino de agronomia. Ao que tudo indica, a fala do ministro é de setembro do ano passado, mas ganhou repercussão agora em razão da posição que ora ocupa, numa Pasta central para o país. Nem por isso deixa de ser, ao mesmo tempo, revoltante e compreensível.

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  • A HISTÓRIA DA FILOSOFIA E AS OBRAS ESCRITAS POR MULHERES: UMA NOTA METODOLÓGICA -  NASTASSJA PUGLIESE FE/UFRJ - PPGLM/UFRJ

    Hipátia de Alexandria, Marie de Gournay, Christine de Pizan, Margaret Cavendish, Kristina Wasa, Anne Conway, Damaris Cudworth, Mary Astell, Émile du Châtelet, Mary Wollstonecraft. Mesmo com a ampliação dos debates na comunidade filosófica brasileira sobre a ausência de autoras mulheres nas obras canônicas da história da filosofia, ainda é muito provável que um aluno de graduação termine seu curso sem ter ouvido falar sobre nenhuma delas.

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  • AS CONTRIBUIÇÕES DE ANGELA DAVIS AO PENSAMENTO FEMINISTA CONTEMPORÂNEO: POR UM 8M CADA VEZ MAIS DIVERSO

    Uma das mais importantes expoentes do feminismo negro e membro de destaque de uma tradição radical de lutas, a filósofa Angela Davis tem alcançado proeminência nos estudos que visam compreender gênero, raça e classe em nosso país apenas muito recentemente, não obstante, muitas sejam suas obras, nas quais figuram em destaque temas como o racismo, o sexismo, a emancipação feminina, o sistema penal e a inter-relações entre esses temas.

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  • ENTREVISTA: É PRECISO AFIRMAR A POTÊNCIA DE UM FEMINISMO AGONÍSTICO", CARLA RODRIGUES (UFRJ)

    Em entrevista concedida à ANPOF, Carla Rodrigues, Professora do Departamento de Filosofia da UFRJ, pesquisadora no Programa de Pós-Graduação de Filosofia (IFCS/UFRJ) e bolsista da Faperj, comenta o contexto teórico a partir do qual a crítica de Butler em Problemas de gênero foi desenvolvida, assim como suas implicações no campo da luta política.

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  • JANYNE SATTLER: A RELAÇÃO ENTRE A FILOSOFIA FEMINISTA E A MILITÂNCIA

    Vice-coordenadora do GT de Filosofia e Gênero, a professora Dra. Janyne Sattler (UFSC) concedeu entrevista à Anpof neste mês de março e discutiu a relação entre militância e teoria feminista. Sattler apresenta uma perspectiva crítica de como a relação entre militância e filosofia apresenta-se como pejorativa.

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  • XVIII ENCONTRO ANPOF
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Revista Limiar Chamada: Caminhos do pensar em imagens de Proust

 

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O ato de pensar tem caminhos múltiplos. Não obstante, a tradição filosófica, ao menos na sua vertente dominante, postulou o pensamento racional, ancorado no conceito, como o único apto a conduzir à verdade, a traduzir a natureza do ser, a desvendar o homem. Sob esse registro, outras formas de saber, relegadas à condição de representações e interpretações secundárias, porque de um modo ou de outro conectadas com a percepção e com a fantasia, não poderiam jamais alcançar o estatuto de conhecimento verdadeiro.
 
O instrumental nelas dominante deslegitimaria tal pretensão: a imagem. No entanto, ao ponderar sobre o modo pelo qual conceitos e imagens são engendrados e invadem não apenas o mundo das representações, mas a própria história dos homens, inscrevendo-se em suas ações, unindo o pensamento e a vida, reconhecemos que tanto o exercício da abstração - dominante na filosofia e na ciência, quanto o esforço criador da imaginação – prevalente nos mitos, na arte, na literatura - resultam de uma atividade pensante e de processos mnemônicos. Daí decorre que, sem que se minimizem as diferenças entre essas instâncias, elas se encontram enquanto resultantes de uma elaboração de pensamento que produz sentidos, tece interpretações, desvela faces ocultas do ser, do real, da condição humana. Para além disso, poderíamos ainda postular que determinadas realidades, como aquelas fugidias, múltiplas e mais intensamente vivas deixam-se capturar antes por um pensamento que se nutre da imaginação do que por aquele que não logra transcender as cercanias da lógica. Nesse caso, o pensar que nos aproximaria com mais rigor e eficácia de uma possível verdade seria antes aquele substancialmente imagético, produzido pela arte e pela literatura, por exemplo, do que o pensamento conceitual. Entre os autores que poderíamos mobilizar para fundamentar o poder revelador e critico da imagem encontramos Marcel Proust.

Orgs. Rita Paiva e Francisco Pinheiro Machado
Novo prazo para submissão: 15 de maio de 2018 
Informação - submissão: paiva.rt@terra.com.br | fapmachado@unifesp.br
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