Totalitarismo, Poder e Violência em Hannah Arendt [Dossiê "Origens do Totalitarismo" 60 anos]

Inquietude, v.2, n.2 (2011) • Revista Inquietude - Revista dos Estudantes de Filosofia da UFG

Autor: Bárbara Gonçalves de Araújo Braga

Resumo:

O totalitarismo, para Hannah Arendt, representou a forma mais flagrante e explícita da identificação entre poder e violência. Opondo-se a isso, a autora reivindica uma compreensão do poder como fenômeno eminentemente político, relacionado com a ação, o discurso, a liberdade, a esfera pública e a pluralidade humana. Este artigo apresenta, portanto, de que modo os esforços arendtianos para um resgate do sentido político do poder está inserido em uma situação em que a fusão e a confusão entre poder e violência passaram a representar uma efetiva ameaça de destruição do sentido da política.

ISSN: 2177-4838

Texto Completo: https://drive.google.com/file/d/0B4AeuuKw4oJneU9QZTd0M2xBdDA/view

Palavras-Chave: totalitarismo; poder; violência; ação; liberdade.

Revista Inquietude - Revista dos Estudantes de Filosofia da UFG

Indexada na QUALIS como A4 a Inquietude é a revista científica (ISSN 2177-4838) dos estudantes de graduação e pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal de Goiás. Trata-se de um periódico acadêmico semestral que publica textos filosóficos inéditos: artigos, traduções, resenhas e entrevistas.